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Terra universal: o erro no saco que prejudica plantas após o reenvasamento

Pessoa a transplantar planta com terra, perto de janela com várias plantas em vasos.

Depois de cada reenvasamento, repete-se o mesmo drama, apesar de parecer que foi tudo feito “como deve ser” - até ao dia em que um único produto saiu do carrinho de jardinagem.

Porque tudo parece certo e, ainda assim, as plantas definham

Muitos jardineiros amadores já passaram por isto: terra nova, vasos limpos, muita esperança - e, poucas semanas depois, as folhas começam a cair e ficam moles. É fácil culpar a falta de jeito, a rega “errada” ou plantas supostamente “difíceis”. No entanto, o problema costuma estar num produto banal da secção de jardinagem, que quase toda a gente coloca no carrinho sem pensar duas vezes.

O erro no saco: porque a terra standard prejudica tantas plantas

Na primavera, nas lojas de bricolage e jardinagem, chegam a formar-se autênticas paredes de sacos de terra coloridos. Quase sempre trazem em letras grandes algo como “para todas as plantas”. Parece prático, económico e, à primeira vista, seguro. Só que esta conveniência acaba por sair cara.

"Um único substrato nunca pode satisfazer ao mesmo tempo as exigências de uma palmeira de interior, um tomateiro, uma orquídea e um cato."

Uma solução de compromisso que complica a vida às plantas

A típica “terra universal” é, na prática, um compromisso. Normalmente é feita de turfa ou de substitutos de turfa, algum composto e casca triturada. Para a produção industrial é simples; para as plantas, nem por isso. Isto porque cada espécie precisa de condições diferentes:

As necessidades variam de espécie para espécie

  • algumas preferem um solo ácido, outras um solo mais calcário

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